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TECNOLOGIA DE autenticação nas maquininhas: segurança com um sorriso

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Biometria facial, leitura da palma da mão e o uso do sorriso como senha: a tecnologia de autenticação nas maquininhas está evoluindo para dar mais segurança e praticidade ao consumidor. Em entrevista ao Consumo em Pauta, o CEO da Verifone Brasil explica como isso funciona e o que muda para você



Resumo

  • Maquininhas passam a reconhecer rosto, palma da mão e sorriso do consumidor.
  • Nova tecnologia promete mais segurança e rapidez no pagamento com cartão.
  • Verifone desenvolve solução embarcada no terminal, sem apps externos.
  • Dados biométricos são criptografados e ficam em ambiente seguro.
  • O uso da biometria é opcional — cartão e senha continuam disponíveis.
  • Consumidor pode cadastrar seus dados em bancos, programas de fidelidade ou redes varejistas.
  • A tecnologia de autenticação nas maquininhas é um avanço na prevenção de fraudes.


 

Pagar com um sorriso já é realidade — e não estamos falando de simpatia. A tecnologia de autenticação nas maquininhas evoluiu e agora inclui biometria facial, leitura da palma da mão e reconhecimento de expressões humanas para validar a identidade do consumidor e tornar as transações mais seguras. A Verifone, uma das líderes globais em soluções de pagamento, está à frente dessa inovação no Brasil. Em entrevista ao Consumo em Pauta, o CEO da empresa, Caetano Altieri, explica como funcionam essas novas tecnologias, por que elas são mais confiáveis que os métodos tradicionais e o que muda, na prática, para quem faz compras todos os dias.

Como funciona o pagamento com biometria nas novas maquininhas

"A tecnologia de autenticação nas maquininhas vem para somar, não para substituir", Caetano Altieri, Verifone
“A tecnologia de autenticação nas maquininhas vem para somar, não para substituir”, Caetano Altieri, Verifone

As novas maquininhas contam com sensores e câmeras inteligentes que reconhecem o consumidor sem contato físico. Para utilizar a biometria, o consumidor precisa se cadastrar previamente em uma plataforma — como um banco, aplicativo de fidelidade ou sistema do próprio varejo — e autorizar o uso dos seus dados faciais ou da palma da mão.

“O diferencial está na biometria ativa: não basta mostrar o rosto, o sistema pede uma ação, como sorrir. Isso impede que alguém tente fraudar usando fotos ou vídeos”, afirma Caetano Altieri.

No momento da compra, a maquininha reconhece automaticamente o cliente, sugere o uso da biometria e solicita um gesto de confirmação. O pagamento é concluído com a mesma segurança de uma transação com senha, mas com mais rapidez, conveniência e menos risco de fraude.

 



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Segurança física e digital: a base da nova geração de maquininhas

A Verifone integra essa tecnologia diretamente nos terminais, com um nível de segurança que começa na estrutura física dos dispositivos. Qualquer tentativa de abrir a máquina ou instalar componentes externos bloqueia o sistema imediatamente.

“Nossos equipamentos são protegidos por sensores que impedem qualquer violação. Se alguém tentar abrir, o terminal se auto desativa e só pode ser reativado por nós”, garante Altieri.

Além disso, os dados biométricos são criptografados e armazenados em ambientes seguros — seja na nuvem da Verifone, seja nas plataformas das empresas parceiras, como adquirentes ou redes varejistas.

Pagamentos mais rápidos e experiências personalizadas

Além de segurança, a tecnologia de autenticação nas maquininhas traz velocidade. Ao detectar o rosto do consumidor, o sistema pode reconhecer também cadastros de programas de fidelidade, aplicar cupons e permitir pagamentos sem tirar nada da carteira.

“Você entra em uma loja, é reconhecido automaticamente e pode pagar com um sorriso. Isso torna a jornada do cliente muito mais ágil e personalizada”, explica o CEO.

Esse modelo também evita o contato físico com a máquina, o que torna a experiência mais higiênica e prática — especialmente em totens de autoatendimento, postos de gasolina, fast-foods e supermercados.

Quem não quer usar biometria também está protegido

A adesão à biometria é opcional. O consumidor pode escolher pagar com cartão, senha ou aproximação, com o mesmo nível de segurança das transações anteriores.

“A tecnologia de autenticação nas maquininhas vem para somar, não para substituir. Quem preferir o modelo tradicional pode continuar usando sem preocupação”, afirma Altieri.

Independentemente da forma de pagamento, os terminais seguem todas as exigências da PCI e das normas da indústria de meios de pagamento, com múltiplas camadas de proteção.

Cuidados que o consumidor também deve adotar

Mesmo com toda a tecnologia embarcada, a segurança no pagamento também depende do comportamento do consumidor:

  • Fique atento ao valor exibido antes de confirmar a compra;
  • Nunca informe sua senha por telefone ou para terceiros;
  • Configure um limite de valor para pagamentos por aproximação no aplicativo do banco;
  • Não aceite ajuda de estranhos na hora de usar o terminal;
  • Em locais com aglomeração, proteja o cartão para evitar tentativas de aproximação indesejada;

“A conveniência exige responsabilidade. A gente trabalha muito para proteger, mas o consumidor também precisa estar atento e adotar hábitos seguros”, reforça Altieri.

Orientação ao consumidor

A tecnologia de autenticação nas maquininhas está chegando para tornar sua vida mais fácil e segura. Se você quiser pagar com o rosto, o sorriso ou a palma da mão, fique atento aos estabelecimentos que oferecem essa opção. E, se preferir o tradicional cartão e senha, tudo continua funcionando como antes — com a mesma proteção de sempre.

Em caso de dúvidas sobre segurança ou fraudes, procure imediatamente seu banco, a operadora do cartão ou o Procon da sua cidade.

Texto: Angela Crespo

Imagens: Divulgação e Freepik

 

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