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Varejo precisa inovar para sobreviver

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O varejo brasileiro tem de se conectar com os valores da geração milênio, que tem uma forma diferente de se relacionar com a marca

O varejo brasileiro está, pelo menos, cinco anos atrás do mercado americano. Em contrapartida, o consumidor brasileiro está quase que equiparado ao dos que residem na América do Norte.

Esta é a conclusão de Ana Paula Andrade, country manager da Marco Brasil e presidente do comitê de trade marketing da Ampro (Associação de Marketing Promocional), que marcou presença na NRF deste ano, em Nova York, e comenta as novidades do programa Consumo em Pauta, na Rádio Mega Brasil Online, nesta segunda, às 16 horas. 

Nesta edição do maior evento de varejo do mundo, Ana Paula destaca que o consumidor foi o centro das discussões, principalmente a geração milênio (que nasceu a partir de 80), que vem se desenvolvendo numa época de grandes avanços tecnológicos, predominando o sistema de interação social e mediática. “É uma geração multitela”, destaca a country manager da Marco Brasil, que lida com vários assuntos ao mesmo tempo e dá mais importância com a experiência do que com o ter. “O marketing tem de se conectar com os valores desta geração de forma diferente para que este público venha a se relacionar com a marca. Eles querem qualidade, objetividade, bons preços, apreciam valores de sustentabilidade, meio ambiente, de propósito, de ajuda.”

Diante disso, Ana Paula alerta que o varejo brasileiro precisa urgentemente conhecer a fundo seu consumidor e oferecer a ele o que ele quer e no momento em que ele quer, caso contrário, estará fadado à morte num prazo de cinco anos.

Um dos tabus que foram quebrados nos EUA, que Ana Paula viu muito presente na feira, é a conectividade dos canais de vendas. Lá nos Estados Unidos nem consumidor nem fornecedor faz separações entre o virtual e o físico. Tudo é canal de vendas e o consumidor exige a interação. “O consumidor compra no online e vai retirar na loja física, compra na loja física e manda entregar em casa. A Amazon é um belo exemplo dessa fusão de conceitos. Uma empresa que nasceu online e está caminhando para abrir a loja física”, diz Ana Paula.

Na entrevista a Angela Crespo, a presidente do comitê de trade marketing da Ampro traz vários exemplos de relacionamento entre consumidores e fornecedores que estão sendo aplicados com sucesso nos Estados Unidos. Um deles, de uma loja “pop out”, que é aberta em um determinado período, com um determinado portfólio e funciona num tempo definido. Só é possível comprar aquilo naquele momento. Depois, a loja fecha e é toda cartonada para ser trabalhada na nova proposta.  “A idéia da construção desta forma de vender é de uma jornalista, que levou para o varejo o mesmo conceito de uma revista, ou seja, se é possível fazer uma nova revista a cada edição, por que não uma loja?” Ana Paula diz que tantos fabricantes quanto consumidores querem estar no espaço, por ser inovador e, se não estiverem ali, naquele momento, perderão a chance de vender ou comprar.

Quer saber mais? Conecte-se na Rádio Mega Brasil Online nesta segunda-feira, às 16 horas, e ouça o programa Consumo em Pauta. O bate papo será reapresentado na terça, às 19 horas, e na quarta, às 9 horas.

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